Olá!
Reedito aqui a primeira postagem de outro blog que criei. Mas como nesse negócio de informática a pecinha atrás do teclado tem algumas dificuldades, o tal "outro blog" ficou meio comprometido na divulgação. Por isso a reedição. Divirtam-se!
Kaos e Processo
Esta é a primeira postagem. Vai um pouco tosca, mas vai assim mesmo. Quero explicar um pouco a origem do nome. Recentemente assisti ao programa do café filosófico com o Lobão. É, ele mesmo, o Lobão, músico (e palpiteiro). Não, não, não é o dos contos de fadas, embora ele queira pagar de Lobo Mau. Mas eu também sou lobo, ou melhor lobo fêmea. Mais ainda: Loba-Guará. Pô, pois é, já que o EUA são o ícone do moço, o Brasil é o ícone da moça. Ah, mas não tem essa de patriotada. É porque o Brasil é o meu chão e aqui tem tanta diversidade, em mais de um aspecto, então porque eu vou querer babar ovo dos gringos? Entendam como quiserem, inclusive "yankees, venham para esta home" (não falo inglês, então vai um hibridismo sintático. Os puristas que me perdoem, mas Joel Santana é um de meus ídolos!).
Não que eu tenha restrições ao Lobão artista, ao contrário, gosto muito! Mas ao Lobão palpiteiro e sua falange de exus (Saravá, Povo da Rua!): vamos combinar, é uma esculhambação...
Mas voltando ao porquinho frio... O nome deste blog quem deu foi o Lobão. Sim! Ele sugere que em lugar de "Ordem e Progresso" da bandeira nacional, inscreva-se "Caos e Processo". Não é genial? Genial, cara, genial... E como os dizeres da bandeira têm de ser sintéticos, sloganmáticos, olhou/grudou, não é possível desenvolver os conceitos. Porque ao lado do caos e processo poderia vir também progresso sim, perfeição, não! Já pensou que dinamismo? Bom, muito bom! É como eu digo para os meus alunos: pra frente é que se anda, quando eles querem repetir de ano por "não terem aproveitado" seriamente dos estudos. Mas eles aproveitaram, sim. Ou quando eles se sabotam e eu ia resgatá-los na quadra, porque estavam matando aula... Uma vez, fiz a chamada e percebi que uma aluna que já tinha várias faltas, estava ausente. Foi logo depois do intervalo e ela deixou-se ficar pelo pátio. Havia a regra de que se atrasasse muito o retorno, o professor não permitiria a entrada. Fui buscá-la e ela me disse:"Você veio me buscar!", entre feliz e incrédula. Pois, é... Essa menina era bem bonita, mas gostava de praticar um negócio bem estranho que é o de se cortar toda... Também era da tribo dos góticos e vivia num luto eterno... Bizarra maneira de chamar a atenção para si: ao mesmo tempo que se camuflava na paisagem das tribos, deixava a mostra a singularidade de sua dor, de seu luto. Hoje eu me pergunto: quem não a via, quem não a enxergava? Naquela ocasião não me ocorreu perguntar e hoje não faço ideia da resposta. Kaos e Processo para todos nós!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
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