Há muitos anos atrás, mas não diante do pelotão de fuzilamento, comprei um livro (que veio a se revelar muito importante na minha prática docente) na banca de jornais/livraria da rodoviária de Sampa. O livro chama-se A Arte de Viver, da editora Sextante.
O livro traz os escritos de Epicteto, homem nascido "escravo por volta do ano 55 d.C. em Hierápolis, Frígia, no extremo oriental do Império Romano" (pág.11), sob a interpretação de Sharon Lebell.
Não conheço a pessoa que me trouxe Epicteto à luz, mas conheço o procedimento de ser a pessoa-veículo entre autores, pois assim já fazia Monteiro Lobato. Não sei, também, se Lobato foi pioneiro nessa prática, mas isso não tem a menor importância, nem desmerece a grandiosidade do que ele fez (não só nos recontos, mas na obra toda). Bom, introdução feita e devidos créditos a quem de direito, vamos ao que é de fato meu: a seleção de um pequeno texto que apresenta uma visão "olhosderetrosiana" de ver a vida (já naquela época!!!!). Boa leitura!
"O USO CORRETO DOS LIVROS
Não diga apenas que você leu muitos livros. Mostre que, através deles, você aprendeu a pensar melhor, a ser uma pessoa mais perspicaz e ponderada. Os livros são para a mente o que os pesos da ginástica são para o corpo.
Os livros são muito úteis, mas seria um grave erro supor que alguém progrediu apenas por conhecer o seu conteúdo." (pág. 136).
sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Os livros nos leem
Já postei aqui um texto sobre o livro que trata da biografia de Carmem Miranda, escrito por Ruy Castro. Para quem gosta de Carmem e se deliciou com a leitura do livro, deve lembrar-se que durante a Segunda Guerra, os EUA promoveram a "Política da Boa Vizinhança" e Hollywood era um dos agentes dessa estratégia. Walt Disney criava o papagaio Zé Carioca e o Rio, ora, o Rio, era preciso descobrir o Brasil!
Pois bem, às vésperas da visita do presidente americano ao Brasil e ao lançamento do filme "RIO", do brasileiro Carlos Saldanha, cujo personagem principal é uma arara azul (salvo engano) que nasceu no Brasil, foi criada nos States e depois retorna com o olhar estrangeiro que redescobre os locais para, fechando o ciclo, mostrar o Rio para os estrangeiros (e para o resto do mundo, mas não espalha!) - ufa!, parece que estamos vivenciando um eterno retorno!
Estariam os EUA reeditando a versão 2011 e pós-moderna da PBV? Sobe a música, maestro, que aí tem! Perder o ponto por falta de nó? Hummm, difícil... E há quem durma no balanço do Obama de que ele não tem projeto... An, rã, vai esperando! Tem gato na tuba e não está com o rabo de fora. Tenho a leve impressão de que o Carnaval começou na quarta-feira de cinzas... Quem viver, verá!
Pois bem, às vésperas da visita do presidente americano ao Brasil e ao lançamento do filme "RIO", do brasileiro Carlos Saldanha, cujo personagem principal é uma arara azul (salvo engano) que nasceu no Brasil, foi criada nos States e depois retorna com o olhar estrangeiro que redescobre os locais para, fechando o ciclo, mostrar o Rio para os estrangeiros (e para o resto do mundo, mas não espalha!) - ufa!, parece que estamos vivenciando um eterno retorno!
Estariam os EUA reeditando a versão 2011 e pós-moderna da PBV? Sobe a música, maestro, que aí tem! Perder o ponto por falta de nó? Hummm, difícil... E há quem durma no balanço do Obama de que ele não tem projeto... An, rã, vai esperando! Tem gato na tuba e não está com o rabo de fora. Tenho a leve impressão de que o Carnaval começou na quarta-feira de cinzas... Quem viver, verá!
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Mafalda, de Quino
Soube hoje, através da postagem de uma amiga no Facebook, lugar da geografia virtual na qual eu me sinto uma estrangeira, mas isso é assunto para uma outra vez, que a personagem Mafalda completou 49 anos... como eu completarei também, no último dia do primeiro semestre!
Fiquei comovida! Não, fiquei muito comovida! Melhor, fiquei excepcionalmente comovida!
Eu costumava dizer aos meus alunos que havia nascido no ano em que os Beatles começaram, mas agora posso até iniciar uma parlenda: nasci no ano em que os Beatles começaram e no ano em que a Mafalda nasceu!
Caraca!
Vou fazer uma pesquisa sobre outros fatos interessantes acontecidos no ano de 1962...
Fiquei comovida! Não, fiquei muito comovida! Melhor, fiquei excepcionalmente comovida!
Eu costumava dizer aos meus alunos que havia nascido no ano em que os Beatles começaram, mas agora posso até iniciar uma parlenda: nasci no ano em que os Beatles começaram e no ano em que a Mafalda nasceu!
Caraca!
Vou fazer uma pesquisa sobre outros fatos interessantes acontecidos no ano de 1962...
Hoje, no Jornal Hoje
Hoje, 17 de março, uma das reportagens do Jornal Hoje, da Rede Globo, foi sobre como maquiar olheiras. O engraçado é tal reportagem ter ido parar à boca de uma jornalista cujas olheiras são emblemáticas! Sim, eu estou sendo cruel, afinal, não estou nem considerando que tipo de situação provocou as olheiras; não, felizmente, as olheiras andam desaparecidas do rosto da jornalista.
Teve uma ocasião, porém, que ela foi apresentar o Jornal Nacional com dois borrões, um em cada olho, que não houve maquiagem que disfarçasse!
Geeennnnnnte, precisava ver!
Desafio: procurem falar rapida e repetidamente a palavra ORELHA sem que ela vire OLHEIRA; quem conseguir, escreve pra cá contando a experiência. Não vale mentir, de acordo?
Teve uma ocasião, porém, que ela foi apresentar o Jornal Nacional com dois borrões, um em cada olho, que não houve maquiagem que disfarçasse!
Geeennnnnnte, precisava ver!
Desafio: procurem falar rapida e repetidamente a palavra ORELHA sem que ela vire OLHEIRA; quem conseguir, escreve pra cá contando a experiência. Não vale mentir, de acordo?
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Aqui se faz, aqui se paga?
Os acontecimentos recentes ocorridos no Japão, afora todo o respeito, engenho e arte a serem levados em consideração pela gravidade do momento, pode ser visto de várias maneiras, inclusive pela ótica da IRONIA DO DESTINO.
Primeiro o terremoto, depois o tsunami, danificaram as contruções e causaram milhares de vítimas fatais no Japão. Quando se veem as imagens, parece que são os escombros de uma guerra mundial...
Na mesma direção, no oceano Pacífico, milhares de milhas marítimas de distância, na rota das ondulações sísmicas está o ...Havaí!
Agora a questão da usina nuclear que, com a contaminação radioativa, ameaça diretamenta a... Califórnia! É o final da Segunda Guerra Mundial ao contrário! É a outra volta do parafuso!
Em 1945, portanto há exatos 66 anos, os EUA jogavam duas bombas atômicas, uma em Hiroshima e outra em Nagasaki. Assim, debaixo de fogo, obtiveram a rendição do Japão. Com o plano Marshall de ajuda econômica e a diligência excepcional dos seres humanos que habitavam à época e os que cresceram e se multiplicaram depois, o Japão tornou-se uma das nações mais prósperas da globalização. Hoje a guerra não mais é fria, apesar do inverno, mas os ânimos estão quentes de preocupação sobre a ameaça nuclear.
Excesso de civilização e descaso com a natureza? Pois é, dá o que pensar...
Primeiro o terremoto, depois o tsunami, danificaram as contruções e causaram milhares de vítimas fatais no Japão. Quando se veem as imagens, parece que são os escombros de uma guerra mundial...
Na mesma direção, no oceano Pacífico, milhares de milhas marítimas de distância, na rota das ondulações sísmicas está o ...Havaí!
Agora a questão da usina nuclear que, com a contaminação radioativa, ameaça diretamenta a... Califórnia! É o final da Segunda Guerra Mundial ao contrário! É a outra volta do parafuso!
Em 1945, portanto há exatos 66 anos, os EUA jogavam duas bombas atômicas, uma em Hiroshima e outra em Nagasaki. Assim, debaixo de fogo, obtiveram a rendição do Japão. Com o plano Marshall de ajuda econômica e a diligência excepcional dos seres humanos que habitavam à época e os que cresceram e se multiplicaram depois, o Japão tornou-se uma das nações mais prósperas da globalização. Hoje a guerra não mais é fria, apesar do inverno, mas os ânimos estão quentes de preocupação sobre a ameaça nuclear.
Excesso de civilização e descaso com a natureza? Pois é, dá o que pensar...
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terça-feira, 15 de março de 2011
Tsunami no Japão
Em tempos de profecias, até Lost serve como oráculo!
Recentemente pude assistir a algumas temporadas do seriado Lost... (*) O enredo inicial dá conta da queda de um avião numa ilha do oceano Pacífico (entre a Austrália e a Califórnia (?)). O avião partiu-se ao meio, caiu no mar, próximo à costa, e a história começa, então, com os sobreviventes voltando à consciência depois da queda. Pois bem, o olhar do telespectador recai sobre a escolha do diretor, roteiristas e produtores que é a de iniciar a ação pelo personagem Jack, um médico. É ele, que sofreu apenas uns arranhões, o escolhido pelo seu conhecimento técnico, treino em lidar com as próprias emoções e a dos outros e talento para a liderança, a responsabilidade por iniciar a narrativa dessa jornada do ponto de mutação.
Em teatro, segundo a base dos escritos de Stanislavski, a isso se dá o nome de acontecimento inicial (queda do avião) e acontecimento principal (despertar do personagem Jack).
Ao fim da primeira temporada, já é possível perceber que o seriado é uma fábula sobre o reaprender a viver numa situação sem as facilidades da tecnologia, ou vendo de outra maneira, como sobreviver da reciclagem, no caso de uma situação extrema de "final do mundo".
Como cientistas observando o comportamento de cobaias, vamos assistindo ao desenrolar da trama, que começa a ter a participação da memória dos personagens quando se dão conta de situações coincidentes, ou quando um deus ex-machina precisa fazer uma remissão na história do personagem para explicar por que ele se comporta de tal ou qual maneira. Assisti até parte da terceira temporada, daí vi que os meus personagens favoritos estavam morrendo, então me desenteressei.
Mas uma das passagens mais bonitas que eu guardei foi a de quando o Charlie dá o pote de vidro vazio para a Claire, que está grávida e com desejo de comer manteiga de amendoim. Ela diz "mas está vazio!", então ele mostra pra ela que o pote está cheio, basta você imaginar que está. Isto é magia, isto é fé.
A tragédia no Japão está sendo exaustivamente documentada por várias mídias, mas não é ficção, é real.
O Japão se reergueu dos escombros da Segunda Guerra Mundial com tenacidade de formiga e espírito de cigarra: é isso que é importante, que se tenha fé num mundo aceitável, porque cheio de espírito, sem ficar refém de tanta tecnologia... É preciso saber que quem sabe fazer a máquina é o ser humano, e não o ser humano pensar que a máquina pode fazer tudo por ele. Pensar, por exemplo, e todas as outras funções que a natureza dotou o cérebro do animal melhor adaptado do planeta. O que o ser humano não pode esquecer é que ele também é natureza no momento quando a quer dominar.
Os seres vivewm sobre uma fina camada terrestre sobre uma oceano de lava, no coração do planeta. Cuidar do planeta, é cuidar para que a essência não seja exposta a uma avalanche de detritos supérfluos, porque sem manutenção as panelas de pressão explodem!
Precisamos reaprender o óbvio: o ser humano é animal, não é máquina; a máquina é só uma metáfora para o animal. Como se diz nos quadrinhos de língua inglesa, "to be continued"...
(*) Eu ia escrever filme, mas aqui em casa tenho uma pendenga sobre isso, principalmente com minhas sobrinhas: eu digo filme elas me corrigem; pra mim tudo é filme, mas para elas é seriado. Deve mesmo haver diferenças até de suporte, película, vhs e quejandos, mas eu simplifico pra mim mesma dizendo, se passa na tv, é filme. Note bem, não é pobreza, é simplificação.
Recentemente pude assistir a algumas temporadas do seriado Lost... (*) O enredo inicial dá conta da queda de um avião numa ilha do oceano Pacífico (entre a Austrália e a Califórnia (?)). O avião partiu-se ao meio, caiu no mar, próximo à costa, e a história começa, então, com os sobreviventes voltando à consciência depois da queda. Pois bem, o olhar do telespectador recai sobre a escolha do diretor, roteiristas e produtores que é a de iniciar a ação pelo personagem Jack, um médico. É ele, que sofreu apenas uns arranhões, o escolhido pelo seu conhecimento técnico, treino em lidar com as próprias emoções e a dos outros e talento para a liderança, a responsabilidade por iniciar a narrativa dessa jornada do ponto de mutação.
Em teatro, segundo a base dos escritos de Stanislavski, a isso se dá o nome de acontecimento inicial (queda do avião) e acontecimento principal (despertar do personagem Jack).
Ao fim da primeira temporada, já é possível perceber que o seriado é uma fábula sobre o reaprender a viver numa situação sem as facilidades da tecnologia, ou vendo de outra maneira, como sobreviver da reciclagem, no caso de uma situação extrema de "final do mundo".
Como cientistas observando o comportamento de cobaias, vamos assistindo ao desenrolar da trama, que começa a ter a participação da memória dos personagens quando se dão conta de situações coincidentes, ou quando um deus ex-machina precisa fazer uma remissão na história do personagem para explicar por que ele se comporta de tal ou qual maneira. Assisti até parte da terceira temporada, daí vi que os meus personagens favoritos estavam morrendo, então me desenteressei.
Mas uma das passagens mais bonitas que eu guardei foi a de quando o Charlie dá o pote de vidro vazio para a Claire, que está grávida e com desejo de comer manteiga de amendoim. Ela diz "mas está vazio!", então ele mostra pra ela que o pote está cheio, basta você imaginar que está. Isto é magia, isto é fé.
A tragédia no Japão está sendo exaustivamente documentada por várias mídias, mas não é ficção, é real.
O Japão se reergueu dos escombros da Segunda Guerra Mundial com tenacidade de formiga e espírito de cigarra: é isso que é importante, que se tenha fé num mundo aceitável, porque cheio de espírito, sem ficar refém de tanta tecnologia... É preciso saber que quem sabe fazer a máquina é o ser humano, e não o ser humano pensar que a máquina pode fazer tudo por ele. Pensar, por exemplo, e todas as outras funções que a natureza dotou o cérebro do animal melhor adaptado do planeta. O que o ser humano não pode esquecer é que ele também é natureza no momento quando a quer dominar.
Os seres vivewm sobre uma fina camada terrestre sobre uma oceano de lava, no coração do planeta. Cuidar do planeta, é cuidar para que a essência não seja exposta a uma avalanche de detritos supérfluos, porque sem manutenção as panelas de pressão explodem!
Precisamos reaprender o óbvio: o ser humano é animal, não é máquina; a máquina é só uma metáfora para o animal. Como se diz nos quadrinhos de língua inglesa, "to be continued"...
(*) Eu ia escrever filme, mas aqui em casa tenho uma pendenga sobre isso, principalmente com minhas sobrinhas: eu digo filme elas me corrigem; pra mim tudo é filme, mas para elas é seriado. Deve mesmo haver diferenças até de suporte, película, vhs e quejandos, mas eu simplifico pra mim mesma dizendo, se passa na tv, é filme. Note bem, não é pobreza, é simplificação.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Vocês sabem o que é uma válvula?
Definitivamente, eu não me entendo com estas tais de redes sociais! Mal comecei a entender o Orkut, surgiram uma porção de novos territórios virtuais! Que geografia mais doida e que me põe idem! Até singrei alguns mares orkutianos, mas depois aportei e raramente volto lá. Depois o blog, ou melhor, este blog e agora o Facebook... Estou pasma! Minha bússola enlouqueceu, acho que estou no triângulo das bermudas do mar tenebroso! Queéqueéisso!
O Facebook, então, é uma pândega! Sabe o que parece? Que um nerd observou uma agenda de menina e criou a tal rede social! Quem gosta de detalhes são as moças, normalmente. Lacinhos, bolinhas, coraçõeszinhos, piriri, pororó.
Bem, os garotos estão meio estranhos ultimamente... Andam meio bizarros, com umas roupas e uns cabelos inadjetiváveis. Outra coisa, agora homens não tem mais pelos! Outro dia, numa das novelas da Globo (esqueci qual), a câmera mostrou um personagem saindo da piscina desde os pés, até a cabeça; salvo a região da sunga, que estava coberta, só havia pelos nas sombrancelhas (é sombrancelhas ou sombracelhas? Sempre tenho dúvidas, mas não vou consultar o dicionário, estou com preguiça, nem pela net, niet, niet!) e na cabeça. Gente, boquiabri!
Depois, assistindo a uma propaganda sem som, minha especialidade, propaganda de desodorante, diga-se de passagem, o garoto propaganda tinha as axilas lisas! Pisquei os olhos para confirmar e era isso mesmo! Ele passava o rol-on sem nenhuma obstrução! Que coisa do outro mundo, o rapaz parecia um ET, ou um robô...
Senti-me mal e comecei a olhar para mim mesma a cata de teias de aranha; em que ponto da história eu dormi e acordei num mundo diferente? Às vezes me sinto Rip Van Winckle(?), mas devo estar exagerando. Ou não? Alguém me belisque, por favor!
O Facebook, então, é uma pândega! Sabe o que parece? Que um nerd observou uma agenda de menina e criou a tal rede social! Quem gosta de detalhes são as moças, normalmente. Lacinhos, bolinhas, coraçõeszinhos, piriri, pororó.
Bem, os garotos estão meio estranhos ultimamente... Andam meio bizarros, com umas roupas e uns cabelos inadjetiváveis. Outra coisa, agora homens não tem mais pelos! Outro dia, numa das novelas da Globo (esqueci qual), a câmera mostrou um personagem saindo da piscina desde os pés, até a cabeça; salvo a região da sunga, que estava coberta, só havia pelos nas sombrancelhas (é sombrancelhas ou sombracelhas? Sempre tenho dúvidas, mas não vou consultar o dicionário, estou com preguiça, nem pela net, niet, niet!) e na cabeça. Gente, boquiabri!
Depois, assistindo a uma propaganda sem som, minha especialidade, propaganda de desodorante, diga-se de passagem, o garoto propaganda tinha as axilas lisas! Pisquei os olhos para confirmar e era isso mesmo! Ele passava o rol-on sem nenhuma obstrução! Que coisa do outro mundo, o rapaz parecia um ET, ou um robô...
Senti-me mal e comecei a olhar para mim mesma a cata de teias de aranha; em que ponto da história eu dormi e acordei num mundo diferente? Às vezes me sinto Rip Van Winckle(?), mas devo estar exagerando. Ou não? Alguém me belisque, por favor!
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Doma selvagem ou doma gentil?
Muricy Ramalho vai para o Santos? Se isso for confirmado, o que acontecerá entre ele e Neymar? Já avaliaram o tamanho da encrenca? Se Neymar foi o pivô de uma crise entre ele e o treinador, (o Dorival Jr., lembra?) que no panteão do céu futebolístico, como diriam meus amigos, os parnasianos, e também os locutores de futebol que se arriscam no cinzel das palavras, era uma estrela menorrrrr, o que acontecerá com uma estrela de primeira GRANDEZA feito Muricy? Muitas perguntas, muitas perguntas para uma cabecinha oca...
No entanto, vale a pena lembrar que Muricy está no mesmo nível que uma grande figura do passado, o técnico Telê Santana, ambos, coincidentemente, técnicos campeões no São Paulo. Telê disse uma vez, em relação ao então bad 'bom de bola' boy Edmundo, dito, o animal, que se uma criança quebra um copo e não é repreendida, daqui a pouco está quebrando a cristaleira inteira! Não foi exatamente com essas palavras que ele disse, afinal, o meu modesto recurso é a memória, às vezes vaga lembrança, e não uma equipe para procurar em cepedoque o que ele disse de fato. Mas destas coisas ninguém lembra, né? Afinal, Telê está treinando no Cosmos, não o do outro santista, o Pelé, mas algo mais transcendental, cristaleiras estão em desuso e os egos, bem os egos é que são elas!
Já na aqui na Terra o grande jogo será entre Muricy e Neymar e esse eu quero ver! Quem vai domar quem? São duas estrelas de primeira grandeza. Diz a tradição que duro com duro não faz bom muro, imagine fogo contra fogo?! Vixi Maria, maquinista, onde é o freio desta coisa? Há muita grana também em jogo e se há uma coisa que se pode dizer do dinheiro é que ele pode realizar milagres alquímicos! Resta saber qual vai ser o preço dessa barganha.
Durante a reapresentação das melhores reportagens do Globo Rural, pude assistir a uma particularmente tocante sobre a doma gentil. Há um treinador de cavalos, cujo nome não me lembro, vou procurar, depois eu conto, que para domar cavalos selvagens, usa um processo baseado na gentileza do processo... Animais são símbolos e guardam, como seres vivos, semelhanças com os homens, por isso servem como totens.
Como será que o velho Muricy vai se sair com o ainda jovem Neymar? É tudo uma incógnita... A natureza opera milagres e o ser humano faz bons chocolates dependendo da qualidade do cacau.
Se está página fosse uma história em quadrinhos em inglês, haveria agora a inscrição "to be continued"; quem viver, verá!
No entanto, vale a pena lembrar que Muricy está no mesmo nível que uma grande figura do passado, o técnico Telê Santana, ambos, coincidentemente, técnicos campeões no São Paulo. Telê disse uma vez, em relação ao então bad 'bom de bola' boy Edmundo, dito, o animal, que se uma criança quebra um copo e não é repreendida, daqui a pouco está quebrando a cristaleira inteira! Não foi exatamente com essas palavras que ele disse, afinal, o meu modesto recurso é a memória, às vezes vaga lembrança, e não uma equipe para procurar em cepedoque o que ele disse de fato. Mas destas coisas ninguém lembra, né? Afinal, Telê está treinando no Cosmos, não o do outro santista, o Pelé, mas algo mais transcendental, cristaleiras estão em desuso e os egos, bem os egos é que são elas!
Já na aqui na Terra o grande jogo será entre Muricy e Neymar e esse eu quero ver! Quem vai domar quem? São duas estrelas de primeira grandeza. Diz a tradição que duro com duro não faz bom muro, imagine fogo contra fogo?! Vixi Maria, maquinista, onde é o freio desta coisa? Há muita grana também em jogo e se há uma coisa que se pode dizer do dinheiro é que ele pode realizar milagres alquímicos! Resta saber qual vai ser o preço dessa barganha.
Durante a reapresentação das melhores reportagens do Globo Rural, pude assistir a uma particularmente tocante sobre a doma gentil. Há um treinador de cavalos, cujo nome não me lembro, vou procurar, depois eu conto, que para domar cavalos selvagens, usa um processo baseado na gentileza do processo... Animais são símbolos e guardam, como seres vivos, semelhanças com os homens, por isso servem como totens.
Como será que o velho Muricy vai se sair com o ainda jovem Neymar? É tudo uma incógnita... A natureza opera milagres e o ser humano faz bons chocolates dependendo da qualidade do cacau.
Se está página fosse uma história em quadrinhos em inglês, haveria agora a inscrição "to be continued"; quem viver, verá!
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