O filme Caça às Bruxas, parece O Nome da Rosa da segunda década do século XXI. Época medieval, momento de intolerãncia, ida a um mosteiro, acerto de contas numa biblioteca, a mensagem do poder da leitura (sabedoria da qual compartilho, quase como uma Joana D'Arc sem espada, mas com livros, livros, livros!)
Quando fui fazendo o entrelaçamento entre os dois filmes, fiquei me perguntando se o meu raciocínio não estaria contaminado pelas notícias que li durante a semana sobre a nova novela de Gilberto Braga (nova novela é ótimo! Atual novela...) Insensato Coração... Pois os críticos mostram e sapateiam em cima que o G.B. (quase escrevi G.H.)está requentanto a quentinha. Não sei dizer, não estou acompanhando à novela... Dizem principalmente que a novela atual (sacou, sacou?) lembra muito o sucesso (essa sim) Vale Tudo. É interessante que eu já havia pensado sobre isso, por causa do elenco; tudo bem tínhamos pensado eu e a torcida do Flamengo, mas tá valendo. O que eu gostaria de citar é a ausência de alguns atores, veradeiros pães, como Carlos Alberto Riccelli, que não sei por onde anda, deve estar ao lado da esplendorosa Bruna Lombardi, lá nos EUA, e João Bourbonnais (que atualmente pode ser visto no programa Tribunal da TV, da Band e nos espetáculos Cândida, de Bernard Shaw e Canção do Amor em Rosa, ambos no Teatro Augusta). Os dois, na ocasião de Vale Tudo, faziam o papel de escroques, amantes de Odete Roitman (gente, é assim que escreve?), Tudo bem, o tempo passa para todo o mundo, mas aposto que eles dão uns tiozinhos apetecíveis ainda.
Mas deixa estar! A novela ainda vai mostrar ao que veio, ainda vai ter o seu ponto de mutação. É líquido e certo, é o efeito Tostines: a novela ficará boa por que a audiência e os críticos mandam? ou o mandonismo da audiência e dos críticos tornará a novela boa? Quem viver, verá!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Caça as Bruxas, o filme II
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