sábado, 19 de março de 2011

Livros de viagem ou para viajar...

Há muitos anos atrás, mas não diante do pelotão de fuzilamento, comprei um livro (que veio a se revelar muito importante na minha prática docente) na banca de jornais/livraria da rodoviária de Sampa. O livro chama-se A Arte de Viver, da editora Sextante.
O livro traz os escritos de Epicteto, homem nascido "escravo por volta do ano 55 d.C. em Hierápolis, Frígia, no extremo oriental do Império Romano" (pág.11), sob a interpretação de Sharon Lebell.
Não conheço a pessoa que me trouxe Epicteto à luz, mas conheço o procedimento de ser a pessoa-veículo entre autores, pois assim já fazia Monteiro Lobato. Não sei, também, se Lobato foi pioneiro nessa prática, mas isso não tem a menor importância, nem desmerece a grandiosidade do que ele fez (não só nos recontos, mas na obra toda). Bom, introdução feita e devidos créditos a quem de direito, vamos ao que é de fato meu: a seleção de um pequeno texto que apresenta uma visão "olhosderetrosiana" de ver a vida (já naquela época!!!!). Boa leitura!

"O USO CORRETO DOS LIVROS

Não diga apenas que você leu muitos livros. Mostre que, através deles, você aprendeu a pensar melhor, a ser uma pessoa mais perspicaz e ponderada. Os livros são para a mente o que os pesos da ginástica são para o corpo.

Os livros são muito úteis, mas seria um grave erro supor que alguém progrediu apenas por conhecer o seu conteúdo." (pág. 136).

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