Quem assistiu ao filme "Força Aérea Um", com Harrison Ford (no papel de presidente dos EUA), deve se lembrar da cena em que a filha do presidente está assistindo ao futebol e diz para o pai que houve uma falta no jogo; ele retruca, dizendo: "não se o juiz não vir!". Diante da resposta do pai, só resta a menina ficar arengando sobre ética e coisas que tais...
Por que me lembrei desta cena? Por causa do jogo entre Santos e Colo-Colo e o episódio da expulsão de Neymar. De acordo com a regra, a comemoração usando máscara é proibida e assim o craque foi expulso. Até aí, dois mais dois [ainda] são quatro.
No entanto, as declarações do atual treinador é que são engraçadas: por ele, o juiz deveria ter olhado para o outro lado...
Olhando bem, até que o Harrison Ford, que empresta o corpo para o personagem do filme "Força Aérea Um", e o Muricy Ramalho se parecem, não é? Que elogio, hein? Mas, olhando um pouco mais de perto, igual, igual mesmo, só a "mensagem" sobre as faltas...
As duas trazem a "mensagem" do "little brazilian way", ou, "jeitinho brasileiro"...
Ai, ai, que saudade do tempo em que jogador mascarado era apenas metáfora...
E eu que achava que entre Muricy e Neymar haveria uma guerra de egos... Houve, sim, uma soma de egos!
É nesse momento que eu me lembro da canção que diz "tudo certo, como dois e dois são cinco"...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Noite dos Mascarados
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